Lista de boicote: homem de Campo Largo assume autoria

Um homem de Campo Largo, no Paraná, assumiu a autoria de uma lista de empresas que sugere boicote por supostamente terem apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Segundo o relato divulgado, ele confirmou a responsabilidade em um vídeo nas redes sociais.

O material começou a circular após Lula vencer Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno das eleições de 2026. A lista associa empresas a pessoas que, segundo seus autores, apoiariam o presidente reeleito.

O homem é de Campo Largo, na Região Metropolitana de Curitiba. No vídeo, ele desafia quem o critica e defende que a direita deixe de ser, em suas palavras, “cagona e covarde”.

lista de boicote

O relato publicado em 29 de outubro de 2026 informa que a divulgação da lista provocou debates sobre liberdade de expressão e boicote comercial. A notícia também aborda a reação do homem e as declarações feitas na gravação.

Homem de Campo Largo confirma autoria e reage em vídeo

Na gravação divulgada nas redes sociais, o homem aparece gritando e com expressão de raiva. A fala é apresentada em tom de desafio a quem critica a publicação da lista.

Ele afirma que a direita deveria deixar de ser “cagona e covarde” e diz que, na avaliação dele, pessoas de esquerda não são “medrosas”. As declarações são feitas no mesmo vídeo em que ele confirma ter divulgado o material.

Ao assumir a autoria, o homem afirma: “Fui eu mesmo, pode vir pra cima que aqui é sangue no olho”. A frase reforça o tom de confronto adotado na gravação, que repercutiu entre apoiadores e críticos.

Lista de empresas circula após eleição e provoca debate sobre boicote

A lista sugere que consumidores boicotem empresas que, segundo seus autores, teriam relação com apoiadores de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O material não apresenta essas associações como fatos comprovados, mas como alegações dos responsáveis pela divulgação.

A circulação da lista de boicote também levantou discussões sobre liberdade de expressão e boicote comercial. Esses temas aparecem relacionados à divulgação de listas que indicam empresas a serem evitadas por motivos políticos.

O conteúdo começou a circular depois do segundo turno das eleições de 2026, no qual Lula venceu Flávio Bolsonaro (PL), conforme o relato publicado em 29 de outubro. A proposta de boicote se dirige a empresas apontadas pelos autores como ligadas a apoiadores do presidente reeleito.

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